15 April 2001 - Current month previous updates: - 04 | 06 | 08 | 12 | 15 | |
1 - Harman Kardon CDR 20 (leitor/gravador de CD-A, com duas gavetas)
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Harman Kardon CDR 20 - dois mostradores, porque há duas gavetas.
Teclas para a gaveta de CDR - só depois de escolher "finalize", é que o CDA-R se tornará audível em todas as máquinas, não CDR. |
Audio HW - Harman Kardon CDR 20 Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio. O aparelho testado foi o Harman Kardon CDR 20, um leitor/gravador de CD-A, com duas gavetas. Segue-se a introdução do artigo. A versão integral está disponível a partir da página de documentos de áudio e AV, ou directamente a partir de aqui... [...] Lamento, mas não me recordo exactamente de quando comprei o meu primeiro gravador de CDs. É estranho eu não me lembrar, pois o Yamaha CDR-102 (SCSI) custou-me quase trezentos mil escudos, numa altura em que ainda faltavam anos para eu passar a ter os meus primeiros rendimentos! Deverá ter sido em 1992, ou 1993… não sei… mas foram muitos meses a economizar nas despesas, enquanto estudante de licenciatura exportado para Lisboa. Nessa altura, também os CD-Rs se vendiam caríssimos, relativamente aos dias que correm. Para agravar o cenário, a probabilidade de uma gravação ser mal sucedida era muitíssimo considerável.; note-se que na época os standards domésticos eram o processador 486, os discos de capacidade inferior a 1 GB, e as quantidades de memória RAM na ordem dos 16 MB. Enfim, tudo era mais caro, mais lento, mais quente, e menos fiável. Mesmo assim, terei estragado uma pequena percentagem de rodelas virgens, e é com alguma saudade que agora escrevo da temperatura literalmente fervente a que o meu CDR-102 vomitava os seus trabalhos – algumas vezes, não se podia mesmo tocar nos CD-Rs, durante alguns segundos! Em 2001, olha-se para a distância insignificante que vai até aos dias do pioneirismo em CD-R, com alguma ambiguidade: se por um lado toda a tecnologia evoluiu no sentido de tornar a autoria de discos mais fácil, mais rápida, e mais fiável; por outro lado, aconteceram esforços para complicar as duplicações perfeitas, e tomaram-se atalhos que podem comprometer alguns dos atributos iniciais de nobreza dos discos ópticos, como a longevidade e a compatibilidade. De forma a protegerem os seus originais da duplicação digital perfeita, algumas editoras têm recorrido a estratégias que por vezes penalizam o consumidor legítimo, mas não travam o ilegítimo, como o falso assinalar de zonas estragadas nos discos, e o desrespeito a regras estipuladas para os formatos, por exemplo via espaçamentos anormalmente curtos e TOCs exóticas. Entretanto, alguns CD-Rs também não se podem considerar de qualidade, poupando na espessura do protector da fita orgânica que será depois sujeita a «queima» ou mesmo sendo laxistas no controlo de qualidade. Basicamente, porque a oferta se multiplicou enormemente, o consumidor precisará hoje de estar melhor informado para maximizar a racionalidade das suas opções. No extremo do facilitismo, tanto para autoria, como para duplicação, a Harman/Kardon (HK) propõe alguns equipamentos de mesa (consumer electronics), entre os quais o CDR20. Este artigo é precisamente sobre o HK CDR 20 (HKCDR20). O HKCDR20 é um leitor/gravador de CDs, com duas gavetas. A gaveta da esquerda tem «apenas» a função de leitura; a gaveta da direita tem a função de escrita/gravação, mas também pode ser usada para leitura. Aliás, se utilizado naquilo que o manual chama o modo dual, este HK pode ser visto como uma modesta jukebox, com capacidade para dois discos, que poderão ser lidos de forma transparente para o utilizador. Os dois leitores poderão mesmo ser utilizados em simultâneo, lendo discos diferentes, abrindo caminho para utilizações diversas, como audições de material distinto em salas distintas, desde que associado a equipamento multiroom. O play deck oferece três saídas: analógica, digital óptica e digital coaxial. O record deck permite duas saídas (analógica e digital coaxial) e três entradas (analógica, digital óptica e digital coaxial). Para lá destas possibilidades de comunicação, os decks estão conectados internamente, e é essa conexão que permite fazer CD-Rs a velocidades maiores do que a single speed que utilizamos normalmente, quando ouvimos música CD-A. Em concreto, o CDR20 permite gravar a 1x, 2x ou 4x, ou seja, pode conseguir-se a duplicação de um disco de 80 minutos em 20 minutos, quando a ritmo quádruplo, utilizando a conexão interna, a partir de um original. Devido à utilização da protecção SCMS (Serial Copy Management System), habitual em equipamentos domésticos para cópias digitais, não é possível fazer uma cópia digital, de uma cópia digital. As cópias digitais só são possíveis a partir de um original que, ele próprio, não proiba a duplicação. Na práctica, o utilizador poderá duplicar originais, pois tem legitimidade para fazer cópias de segurança, mas não poderá fazer gravações digitais dessas cópias. [...] Click aqui para ler o artigo integral. |
Existe uma entrada digital coaxial frontal - para simplificar a ligação de fontes externas.
Mais uma imagem... - está a acontecer uma gravação. |