20 June 2001 - Current month previous updates: - 08 | 12 | 16 | 20 | |
1 - Yamaha DSP-AX2 (AV HW)
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DSP AX2 - um painel frontal minimalista.
DSP AX2 - uma conectividade plena. |
AV HW - Yamaha DSP-AX2
Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio e AV. O aparelho testado foi o Yamaha DSP-AX2, um colosso para tarefas de descodificação e amplificação. Segue-se a introdução do artigo. A versão integral está disponível a partir da página de documentos de áudio e AV, ou directamente a partir de aqui... [...] Se por um lado muitos equipamentos estão hoje num extremo de miniaturização, existe uma classe de produtos que parece não querer pôr travão na sua voracidade por espaço físico: refiro-me às máquinas descodificadoras / amplificadoras para AV. Em concreto, refiro-me ao Yamaha DSP-AX2. Ao longo da sua alucinante evolução, os equipamentos para Cinema-em-Casa, começaram por sugerir que também eles tinham entrado numa espiral de economia volumétrica. Por exemplo, o DSP-AX2 integra oito (8) amplificadores… imagine-se o espaço que não ocuparia um octeto de monoblocos! O mesmo nipónico, está pejado de descodificadores e de modos de processamento de campo sonoro: ele é capaz de perceber fluxos digitais Dolby Digital (DD), DTS, e até o relativamente jovem DTS ES, estando ainda apimentado com 49 campos sonoros, preparados pela própria Yamaha, naquilo que parece ser um regresso às origens, pois os primeiros DSP da marca, ficaram conhecidos precisamente pela eficácia das acústicas que virtualizavam. Tanta funcionalidade, num único produto! Mas, como tentarei explicar, esta concentração efectiva de tecnologia, poderá ser apenas aparente… Quanto à meia centena de campos sonoros, é evidente que alguns se provarão do agrado do consumidor, e poderão ser passaporte para atmosferas do mais desintoxicante, pela sua diferença, em relação ao que a acústica da sala de audições normalmente permitiria. Por exemplo, gostei muito de ouvir Bruce Springsteen, ao vivo, em acústica Stadium… mas para efeitos de opinião, irei apenas referir-me às descodificações «padrão» DD, DTS e DTS ES. No contexto doméstico, DD e DTS são normalmente formas de descrever 6 canais de som independentes: esquerdo, centro, direito, posterior-esquerdo (PE), posterior-direito (PD) e LFE (low frequency efffects). Todos estes canais são de «banda dinâmica completa» (20 Hz a 20 kHz), excepto o LFE, que só transporta informação de baixa frequência (< 150 Hz). Todos os canais são percebidos a partir de um fluxo digital, codificado no software, através de um processo a que se chama descodificação (DD ou DTS); os canais identificados serão depois amplificados. Para lá das questões de descodificação e amplificação, os equipamentos domésticos para AV são ainda, por vezes, selados com certificações, como THX e THX Ultra, que são atestados de conformidade com certas características de qualidade. Suponho que, por esta altura, já seja mais ou menos óbvio que um recém chegado ao mundo do AV, se verá confrontado com uma barreira de características, que poderão ser desmotivadoras, para quem só avança, quando esclarecido. Mais recentemente, a Lucasfilm saiu da mera certificação (THX e THX Ultra) e criou uma tecnologia, em parceria com a Dolby, que vai ao encontro das necessidades de alguns sound designers: mais e melhor informação posterior, através de um novo canal «traseiro» que é reproduzido por duas colunas, que emitem informação diferente, consoante as diferenças entre os canais PE e PD, já antes identificados em modalidades como DD e DTS. A esta tecnologia chama-se THX Surround EX – veja o artigo sobre o Denon AVC-A10SE, que foi o primeiro amplificador AV a suportar o seu equivalente doméstico… O THX Surround EX chega aos lares, na forma do Dolby Digital Surround EX (DD EX). O novo canal chama-se PP (Posterior Posterior), uma tradução muito pessoal do original SB (Surround Back). Repete-se: este canal é suposto ser reproduzido por duas colunas: PPE (PP Esquerda) e PPD (PP Direita). De forma a também avançar com uma modalidade de 7 canais (6+1), a DTS (a marca do sistema homónimo) criou o DTS Extended Surround (DTS ES) e complicou as coisas um bocadinho mais, ao distinguir entre DTS-ES Discrete 6.1, DTS-ES Matrix 6.1, DTS Neo 6 Cinema e DTS Neo 6 Music… As diferenças entre todos estes DTS, são mais a nível de autoria (no estúdio) e não a nível de reprodução (no lar). O Discrete 6.1 tem todos os canais absolutamente independentes, gravados a partir de fontes zero-partilhadas; o Matrix 6.1, faz basicamente o que acontece em DD EX (distinção das colunas PPE e PPD, pela informação matriciada em PE e PD); enquanto que o Neo 6 é para utilização em fontes de 2 canais, que poderão ser reproduzidas em modo 6.1… uma vezes re-equalizadas da maneira que se considera típica para filmes (Neo 6 Cinema), outras vezes, re-equalizada para música. O Yamaha DSP-AX2 suporta DTS-ES Matrix 6.1 e um modo «Yamaha Matrix 6.1», que é uma forma de fazer o equivalente da Dolby, sem pagar pelo nome. Ou não será? [...] Click aqui para ler o artigo integral. |
Controlos ocultos - pela tampa frontal, rebatível.
Telecomando - detalhe... |