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1 - Grundig MPAxx (leitor de MP3, portátil)
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Grundig MPAxx - sólido, simples e performante. Um exemplo de boa aplicação do princípio KISS (keep it simple, stupid).
O cartão MMC - fornecido tem capacidade para apenas 32 MB, mas o aparelho tem slots para dois deles. |
Audio HW - Grundig MPAxx
Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio. O aparelho testado foi o Grundig MPAxx, um leitor de MP3, portátil. Segue-se a introdução do artigo. A versão integral está disponível a partir da página de documentos de áudio e AV, ou directamente a partir de aqui... [...] O acrónimo MP3 tornou-se rampa de lançamento para os assuntos mais irrelacionados. Alguns autores de conteúdos, principalmente se envolvidos na indústria fonográfica, olham para o formato MPEG 1 layer 3, como se este fosse o responsável por muitos males, como decréscimos no número de vendas, decréscimos nos proveitos por unidade vendida, e aumentos das utilizações e difusões ilícitas. Outros olham para o MP3 como uma ameaça à qualidade do áudio doméstico. E poucos se recordam que o único e real propósito do formato é a representação de informação áudio, em volumes de dimensões muito inferiores às exigidas nos CD-Áudio, recorrendo a algoritmos de compressão com perda de dados. Numa perspectiva neutra, o MP3 está inocente. No que toca ao assunto da difusão de ficheiros ilegítimos, por exemplo pela Internet, não há ataque possível, pois não pode haver confusões entre a representação da informação e a sua comunicação: é possível representar sem comunicar, mas não é possível comunicar sem representar. No que toca ao assunto da qualidade, o objectivo primário é o de representar com economia, mesmo que isso tenha um custo qualitativo… Se a defesa tivesse que ser feita com exemplos, então talvez bastasse dizer que há formatos que são mais eficazes na relação qualidade / quantidade, como o realmedia (.RM) da Real Networks, e outros que comprimem sem perder informação, como o Monkey’s Audio (.APE). Os ficheiros RM têm aproximadamente a mesma dimensão que os MP3, mas são menos agressivos nas perdas, para a mesma largura de banda; os ficheiros APE têm exactamente a mesma qualidade que os WAV do CD-Áudio original, mas arrumam-se em metade do espaço. E mesmo que não houvessem alternativas audíveis, para a representação de informação áudio, compressores de dados genéricos, como o RAR, podem «esmagar», sem perdas, qualquer conteúdo em volumes ainda menores do que os conseguidos por uma codificação MP3 ou RM… desde logo tornando-os mais facilmente comunicáveis. O MP3 parece assim um «estranho» caso de sucesso popular. Afinal, há alternativas de melhor qualidade (APE), de melhor eficácia (RM), e de melhor transmissibilidade (RAR, com a opção especial multimedia archives). Estaremos face a um cenário de irracionalidade dos consumidores?, algo de cada vez mais frequente, se entendermos por «racionalidade» a maximização do proveito próprio. Talvez não… [...] Click aqui para ler o artigo integral. |
Detalhe do cartão MMC - com as dimensões exactas de um selo postal.
Verso do cartão MMC - que "entra" no Grundig, com a outra face para cima. |