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1 - Personagens Sintécticos (Uma Perspectiva Panorâmica)

Rex - O dinossauro mais adorável do mundo, practicamente que só transmite emoções por expressão facial e voz. A Pixar tem muito a ensinar!

Woody e Buzz - são personagens complexíssimos. Infelizmente para os seus animadores, o comando só é possível a nível motor e a não a nível comportamental, pelo que a realização de filmes como Toy Story é um processo lentíssimo.

Personagens Sintécticos - Uma Perspectiva Panorâmica (v1)

Estão disponíveis as primeiras 10 páginas da minha «perspectiva panorâmica» sobre o state-of-the-art em personagens sintécticas / Synthetic Characters, na forma de um documento em formato PDF.

Pode fazer download do PDF [271 KB] em causa a partir deste link, ou a partir da página de documentos de Informática, ou ainda a partir da página que dá acesso a todos os documentos.

Eis alguns dos parágrafos, dessas 10 páginas:

[...]

Nos finais de 1928, Walt Disney começou a fazer uso de tecnologia de som sincronizado, no célebre filme Steamboat Willie, com Mickey Mouse, "nascido" poucos meses antes. As personagens artificiais começavam a falar.

[...]

Não são só os vídeo-jogos a beneficiarem de possibilidades de interacção o mais ricas possível. Todas as situações em que não se pretenda passividade, têm a ganhar com a máxima liberdade e naturalidade das representações que façam. Assim, no caso particular da utilização de personagens sintéticas, o limite deverá ser torná-las tão naturais quanto as suas equivalentes reais, e/ou tão credíveis e plausíveis na sua originalidade, quando não são (totalmente) baseadas em criaturas da mãe Natureza.

Repare-se que os conceitos de credibilidade e plausibilidade, são fortemente dependentes das experiências dos utilizadores. Imagine-se um mundo sem répteis: os habitantes desse mundo, provavelmente, não achariam natural um ser rastejante, normalmente passivo, repentinamente activo, de hábitos poiquilotérmicos... tal como alguns de nós, não achamos naturais aqueles porquinhos côr-de-rosa, que de quando em vez voam.

E assim se levantam questões fascinantes... Por exemplo, o que "pensará", se é que poderá pensar alguma coisa, uma criatura artificial de outra? Uma criatura artificial poderá ter consciência de si própria? O que é ter consciência? Caso tenha consciência de si própria, como construirá conceitos de tão alto nível como a plausibilidade e a credibilidade referidas, a propósito de entidades externas? Alguma vez uma criatura artificial saberá, como nós pensamos que sabemos, distinguir entre realidade e ficção?, ou - mais apaixonante ainda - construir a sua própria ficção? E - cúmulo dos (meus) cúmulos - poderá vir a questionar-se sobre se aquilo que tinha por real, não é, afinal, fictício? E quais as consequências das respostas a estas e outras questões "altas", nas motivações básicas da criatura? Por exemplo, como reagiriamos nós, se tivéssemos a certeza de que não somos mais do que human-bots, na simulação de um ente inmensuravelmente mais abstracto?

[...]

Leia o documento integral em formato PDF (precisará do Adobe Acrobat Reader).

Toy Story - Os melhores filmes de sempre (quando vocalizados no original), em todos os géneros! Toy Story 2 tem uma das sequências mais emocionantes, em absoluto, quando nos permite sentir alegria (passada) da boneca Emily.

Game Over? - Para mim, os Toy Story são o combustível... Estou muito longe de Game Over... :) ou :(?