08 March 2002 - Current month previous updates: - 02 | 08 | |

1 - B&W CM (AV HW Review)

B&W CM (#01) - Coluna CM4 esquerda, sem tela.

B&W CM (#02) - Kevlar.

B&W CM (AV HW Review)

Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio e vídeo. O equipamento testado foi o conjunto de colunas B&W CM.

Segue-se a introdução do artigo. A versão integral está disponível a partir da página de documentos de áudio e AV, ou directamente a partir de aqui... [PDF]

[...]

As CM da B&W são umas colunas relativamente jovens, normalmente louvadas pela sua estética e tecnologia. Neste teste, tive a oportunidade de juntar as CM4, as CM2 e a CM-C, e atribuir-lhes a responsabilidade plena da orquestração do meu sistema AV. Resolvi mesmo não utilizar o subwoofer Energy ES-8, que há muito que nutre as baixas frequências das minhas sessões fílmicas.

Das propostas em causa, as CM4 são as mais crescidas, não (apenas) pelos seus 91 cm de altura, mas pela versatilidade que um trio de altifalantes lhes confere. O tweeter é a mais delicada destas unidades, tendo basicamente a mesma construção do que o seu equivalente nas célebres Nautilus, umas colunas muito menos acessíveis…
A unidade de médios é tecida em kevlar, o nome comercial para uma fibra orgânica sintética, com uma rigidez superior à da fibra de vidro. É precisamente a rigidez do kevlar que o torna interessante para a utilização em colunas de som, uma vez que a sua estrutura é pouco dada fenómenos mecânicos parasitas, vibrando como um todo coeso, respeitando pois o sinal eléctrico original. A utilização de kevlar poderá todavia ter resultados indesejados, em sistemas desiquilibrados, pois a transparência da unidade sonora associada desvendará o que houver de bom, mas também o que houver de mau.
A unidade de graves tem os mesmos 165mm de diâmetro que a unidade de médios, mas é em alumínio.
As CM4 respondem dos 38 Hz aos 20 kHz, com uma sensibilidade de 90 dB, recomendando-se amplificações entre os 50W e os 150W @ 8 ohms - escreve a documentação que acompanha as colunas. Na práctica, fiquei convencido de que estas B&W são um tanto carentes, ou vorazes, no que toca à amplificação, ao menos a volumes generosos.

A parte posterior de todas as B&W CM tem um (ou dois) detalhe(s) interessante(s). Nas CM4 existem duas aberturas circulares posteriores, para descer e naturalizar as baixas frequências; nas CM2 e CM-C, existe apenas uma destas aberturas. O fascinante é a textura "de bola de golfe" no plástico que as reveste… e que só se pode explicar pela tremenda popularidade que essa concepção está a conseguir em fatos de banho para competição, por diminuir a resistência de deslocação na água. A B&W também terá estudado a pele de tubarões, e concluido que se funciona na água, funciona no ar… mas resolveu texturizar o plástico a um nível mui macroscópico…
As aberturas das CM podem ser cobertas com uns cilindros esponjosos (fornecidos), principalmente quando se achar que o som está desiquilibrado para os graves.

As CM2 são umas CM4 com meia altura e apenas duas unidades sonoras (tweeter + unidade de kevlar). Respondem dos 65 Hz aos 20 kHz, com uma sensibilidade de 89 dB, recomendando-se amplificações entre os 50W e os 120W @ 8 ohms.

A CM-C é uma B&W especializada para o canal central de descodificações Dolby Digital (DD) e Digital Theater System (DTS), com blindagem magnética, e três altifalantes: um tweeter, rodeado de duas unidades de kevlar. A CM-C tem a mesma resposta em frequência e sensibilidade, que as CM2.

[...]

B&W CM (#03) - CM4.

B&W CM (#04) - Fichas para bicablagem.