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1 - Philips DVDR1000
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Philips DVDR1000 (AV HW Review) Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio e vídeo. O equipamento testado foi o (re)gravador de DVD+R(W) Philips DVDR1000. Segue-se a introdução do artigo. A versão integral está disponível a partir da página de documentos de áudio e AV, ou directamente a partir de aqui... [PDF] [...] Vive-se uma época agitada no mundo do vídeo digital.
O tópico mais intenso é a luta entre os formatos Microsoft
Windows Media Video (WMV) e Real Networks Realmedia (RM), ambos na sua
nona iteração. Inicialmente pensados como tecnologias para
streaming ou emissão de conteúdos por canais de largura
de banda variável, como a Internet, estes produtos atingiram (há já algum
tempo) uma qualidade que pode exceder a possível com o muito estabelecido
MPEG. Hoje, após mais de uma década de amadurecimento, a honra do vídeo digital doméstico está nos braços do MPEG2 que se encontra, por exemplo, em DVD-Vídeo e em SVCD. Menos «rodado» é o MPEG2 (re)gravável em tempo real, que corresponde a um nicho onde a Philips tem vindo a ganhar experiência significativa: depois do produto DVDR985, eis o DVDR1000 – um novo (re)gravador de DVD+RW. Os primeiros equipamentos gravadores de DVD, faziam-no no formato DVD-R
e DVD-RW (exemplo: Pioneer) ou DVD-RAM (exemplo: Panasonic), mas a tendência
de mercado aponta no sentido da alternativa DVD+R e DVD+RW, suportada
por marcas como Thomson Multimedia, Philips, Ricoh, e Sony. A diferença entre DVD-R(W) e DVD+R(W) é fundamentalmente lógica; isto é, relacionada com a organização da informação no suporte de dados. Em termos de compatibilidade, apesar de ser muito mais recente, o «sabor» +RW parece preferível: um título DVD+RW não precisa de ser explicitamente «finalizado» (termo que se refere ao encerramento da tabela de conteúdos no disco (TOC), para poder ser lido em qualquer equipamento DVD-Video convencional; e a edição do índice criado automaticamente durante as gravações – menú de acesso aos vídeos registados – pode ser feita em qualquer equipamento que tenha aderido ao formato, independentemente da marca, exactamente da mesma maneira, pois a interface com que o índice é apresentado está uniformizada. Em DVD-R ou DVD-RW a finalização é um processo explícito, com um procedimento que depende de equipamento para equipamento, ou de software para software, no caso da edição por computador, sendo necessária para que o título possa ser lido em qualquer leitor. Note-se que a finalização também é imperativa em +R, embora dispensável em +RW. Em –R e –RW, a TOC é tratada em termos «clássicos», não estando presente no que se chama o lead-in do disco, até à finalização explícita, pelo que equipamentos convencionais (que não procurem no que se chama a PMA – program memory area) não a encontrarão e concluirão que o disco não tem informação. Uma vez finalizado, um disco DVD-R é suposto ser o mais compatível dos DVD gravados. [...] |
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