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1 - SONY RDRGX7 Dual-RW (AV HW Review)

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SONY RDRGX7 Dual-RW (AV HW Review)

Está disponível mais um artigo de opinião, sobre hardware para áudio. O equipamento testado foi o gravador de DVD-Vídeo SONY RDRGX7.

A versão integral deste artigo está disponível nos formatos PDF e LIT. O formato LIT é dedicado a todos os que pretendam ler o texto a partir de computadores de bolso, como o Compaq IPAQ ou qualquer outro dispositivo com o software Microsoft Reader.

arturmarques_dot_com_sony_rdrgx7.pdf [24 KB]

arturmarques_dot_com_sony_rdrgx7.lit [142 KB]

Também pode aceder ao artigo a partir da página de documentos de áudio e AV.

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Por maior que seja a qualidade da gravação de vídeo em suporte óptico, como DVD, relativamente à gravação em VHS ou outro qualquer meio que implique contacto físico durante a leitura/escrita, o grosso dos consumidores só abandonarão o vídeo-gravador em fita quando (1) o mercado disponibilizar discos a preços idênticos ou inferiores aos das cassetes e (2) a utilização da «nova» tecnologia for tão ou mais simples e flexível do que a hoje dominante.

O preço dos DVD (re)graváveis tem-se aproximado muito do das cassetes virgens, principalmente se considerarmos aqueles que se vendem em cilindros de múltiplas unidades (10, 25, 50), mas um obstáculo que emergiu há poucos meses foi o da dúvida quanto ao formato ao qual aderir...
Em Março de 2003, o mercado doméstico de gravadores de DVD-Vídeo encontrava-se dividido em três continentes: o das máquinas –R e –RW, o das máquinas +R e +RW, e o nicho DVD-RAM.
Se pensarmos numa recta temporal, os formatos –R e –RAM foram os pioneiros, em 1997. O –RW tornou-se um standard do DVD Forum em 1999, precisamente quando aconteciam a segunda revisão do –RAM e o lançamento da novidade +RW, movida por um consórcio das empresas Dell, HP, Mitsubishi, Philips, Ricoh, Thompson, Yamaha e Sony. Finalmente, em 2001, teriamos a variedade +R.

Os discos –R e +R são discos para arquivo, pois a informação só pode ser escrita uma vez. Os discos –RW e +RW, são discos para utilização frequente, que é suposto tolerarem até mil (re)escritas. O DVD-RAM tolera até cem mil re(gravações)! Mas a principal diferença entre estas alternativas é a sua flexibilidade lógica ou de utilização. Os formatos –R e –RW são como que as versões DVD dos CD-R e CD-RW, tendo nascido num contexto Informático, tal como o –RAM. As consequências destas origens são que os gravadores de DVD neles baseados, não permitem exactamente a mesma facilidade de utilização das cassetes VHS; por exemplo, não se permite começar a gravar em rigorosamente qualquer ponto do disco, o que talvez seja perturbador para as pessoas que estão habituadas a fazer REC, sem compromissos...
Foi a pensar numa maior flexibilidade que o consórcio DVD+RW Alliance avançou com os sistemas +RW e +R, caracterizados por diversas vantagens de interface, incluindo (1) a gravação em qualquer ponto, (2) a possibilidade de inserir marcas separadoras a qualquer momento, (3) a possibilidade de ter um menú para acesso automático aos capítulos, (4) a não necessidade de um processo de finalização explícito e (5) a gravação sempre em VBR (variable bit rate), o que deverá permitir poupar espaço de dados.

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